O que é marketing pessoal?
O termo chamado “marketing pessoal” é alvo de muitas críticas e também de muito interesse. Quase um assunto polêmico porque, devido a um digamos puritanismo, as pessoas acham que a pessoa não precisa se pautar no marketing pessoal pois se deve ser verdadeiro.
Trata-se de um preconceito com o marketing pessoal, que na verdade se deriva de uma pureza do brasileiro que não gosta de marketing e ao mesmo tempo se entrega a ele como poucos povos no mundo. Ora, se uma pessoa como essa alardeia a mundo inteiro que não gosta de marketing pessoal (e há gente assim), ela faz um marketing pessoal muito bom. Exemplo disso é o técnico de futebol que comumente diz algo do tipo: “eu não preciso ficar fazendo marketing pessoal ou ficar falando que recebi propostas multimilionárias. Eu gosto é de trabalho”. As pessoas acreditam no que ele diz, inocentemente, e pior: acham que ele não faz marketing pessoal como o faz outros técnicos. Mas há mais marketing pessoal do que isso? E se formos ver esta ainda pode ser considerada uma forma desonesta. Ou não.
Uma coisa que dificilmente enganamos para os outros é a nossa personalidade. O marketing pessoal, portanto, deve se pautar na qualidade que a pessoa tenha, ainda que para “velar” outras. O marketing pessoal, assim como qualquer outro, usa determinadas qualidades de um produto para colocá-lo no mercado de trabalho.
Deste modo, o marketing pessoal deve ter um objetivo e ser utilizado de modo inteligente. O marketing pessoal pode ser usado ou de maneira escandalosa ou de maneira discreta. Sempre dependerá do que você quer fazer de você e pelo que e onde você quer se localizar no mercado. Mas uma coisa nem precisa dizer: é a imagem que, em grande parte, se vende. Só complica se e a imagem for vazio, exceto para uma famosa que pretenda vender seu vazio.